11.setembro: a data ainda me dá arrepios

Setembro 12, 2009

Lembro de chegar em casa nesta data, em 2001, e o meu choque ter sido bem diferente do que foi para o mundo. A empregada que trabalhava na minha casa me recebeu do colégio (e eu ainda estava no primeiro grau) dizendo que as transmissões de TV iam parar no mundo todo. Fiquei atordoada, não entendi nada e liguei a televisão na mesma hora.

Aí vi aquele caos de todos os telejornais e entendi que aquilo seria só um pontinho do problema – no momento falavam sobre interromper os sinais para os terroristas não saberem detalhes dos atentados. Acho que foi aí que vi que o poder da comunicação pode fazer tudo e resolvi ser jornalista. Mas isso é assunto para outro post.

E hoje, lembrando da data – que me assusta cada vez que escrevo -, olhei nos jornais procurando pelos famosos “especiais 11 de setembro”, reportagens que lembram todo o caso, e não vi muita coisa. A data, que fala por si, sem precisar de legendas, que é automaticamente vinculada a atentados terroristas e World Trade Center, acabou ficando nas sombras?

Ao menos nos jornais brasileiros a lembrança foi pouca… Alguma ideia do porquê?


bye bye, Les Paul

Agosto 13, 2009

Os músicos vão saber do que falo. O mundo das seis cordas perdeu uma de suas mais importantes figuras ontem, após complicações de uma grave pneumonia. Essa pessoa é o Mr. Les Paul – ou melhor, Lester William Polsfuss, inventor da guitarra elétrica de corpo sólido.

Lá se vai mais um mito.

Sou suspeita pra falar, já que uma das minhas guitarras leva o nome do cara.


last days…

Julho 11, 2009

corri muito. peguei muitos trens e ônibus. trabalhei muito. trabalho novo, aliás. meu cérebro parece cheio de ideias novas. e coisas novas também. além de muitos pensamentos sobre o futuro. namorei bastante. assistir “A Proposta” e recomendo. Corri pra pegar o trem e não perder a hora. Conheci muita gente. Muita gente mesmo. Encarei desafios. Venci. Assisti “Marley e Eu” e chorei horrores. Choramos, na verdade. Senti sono às 6h da manhã. Sempre vou dormir tarde demais. Não consigo brincar com o meu cachorro tanto quanto gostaria. Não tenho ouvido música boa tanto quanto gostaria. Fiquei chateada com a morte do amigo Michael. Fiquei pensando: se ele é mortal, então todos somos. Isso me assusta. Passei nas cinco cadeiras da faculdade. Continuo com o meu hisórico intacto em recupeações. Tirei nota máxima em fotojornalismo. E por incrível que pareça a mais baixa foi em cinema. Me matriculei pro roud dois do meu TCC. Ano que vem termino esse inferno chamado faculdade. Isso chega a assustar. Mais um ano e serei formada. Grande coisa. Agora com licença: vou aproveitar meu final de semana e namorar mais. Continuo prometendo atualizar com coisas intelectualmente mais úteis quando possível – em vez de um chato monólogo como esse. Quero uma coca-cola. Na web 2.0 isso deveria ser um diálogo. Oh, céus. Vamos lá.


Still alive! yeah

Junho 25, 2009

Sim galera, eu sei que esse bichinho aqui anda extremamente desatualizado – reclamações devidamente recebidas por e-mail e msn, obrigada! haha :)

Ando atucanadíssima com a faculdade – projeto de TCC (o qual entrego hoje, torçam por mim), seminário de ética em fotojornalismo, criação e implantação de um produto na cadeira de marketing, artigo sobre o underground e mainstream na América Latina (esse eu entreguei ontem) e mais uma pancada de coisas.

Prometo que assim que entrar em férias isso aqui vai ser melhor atualizado. Por enquanto, desejem-me sorte no final de mais um semestre. Tudo dando certo: rumo ao 7° semestre sem nenhuma recuperação. Sim, eu disse NENHUMA. eita, nóis!


Filosofia de boteco – um desabafo

Maio 28, 2009

Ontem estava conversando (com alguém muito especial para mim) sobre os diferentes mundos que vivemos. Nós, seres humanos. Pela centésima vez me dei conta que certas coisas que fazem parte do cotidiano de algumas pessoas poderiam ser um verdadeiro óvni na vida de outras. 

Os adventos da tecnologia são exemplo disso. A música. Até mesmo a televisão. A cultura baseada nos meios de comunicação massificados e, ao mesmo tempo, a falta de cultura desses meios – ontem escrevendo “Manifestações e fugas através da música em Cuba: Habana Blues”  me dei conta mais ainda disso. 

Pois bem. Ontem falávamos sobre como pode ser possível pessoas inteligentes, bem empregadas, com nível superior, que têm acesso a jornal, rádio, televisão e internet sem saber e muito menos entender novas tecnologias, novas tendências, formas de comunicar-se. Pessoas que acham que a comunicação interpessoal na World Wide Web é restrita ao e-mail, MSN e Orkut. Ou que cultura é ir no cinema uma vez por mês. Ou que acha que a música brasileira se resume a pop rock e pagode – acreditem-e: os mais novos dessa geração não sabem a diferença entre samba e pagode.

Ou a classe média que, em tempos de Big Brother Brasil, só acessam o G1 para saber os bafos da “casa mais assistida no Brasil” e nos sábados à noite assiste Zorra Total na TV. Sei que em épocas de crise – e não falo do atual ‘boom’ econômico mundial, e sim da crise sempre vivida na América Latina, desde sempre – o entretenimento massificado é mais do que necessário por usar do humor como uma poderosa válvula de escape da situação (relacionar o texto do Aníbal Ford também me fez pensar mais nisso), mas temos que concordar num ponto: os programas da TV brasileira estão cada vez piores. Para os ligados nem precisaria falar: todos sabem como é o Domingão do Faustão, Domingo Legal e diabo-a-quatro. É praticamente uma tortura assistir o Faustão atrapalhado e xingando todo mundo ao vivo. 

Aqui eu não sei se critico as pessoas por não irem atrás de um pouco de cultura fora dos meios massificados, os meios por se basearem em entretenimento de quinta categoria ou a mim mesma por ser crítica demais. São tantas as opções de entretenimento simples e barato que simplesmente não entendo como alguém possa sentar-se no sofá com um balde de pipoca para assistir ao Fausto Silva. 

Sem querer poetizar, sem querer bancar a culta. Nada disso. Sem querer dar uma de Eric Schmidt e mandar desligar os computadores ou sacar a minha carteirinha de nerd. Mas me preocupo com a alienação alheia. Me preocupo porque essa geração é cercada de informação, bombardeada com novidades a cada minuto e só depende de cada pessoa tentar fazer outras coisas do que ficar na inércia – o Brasil ta aí, cheio de praças pra tomar chimarrão e prosear, tocar violão, andar de bicicleta, praticar um esporte ao ar livre. Museus para ver coisas novas-velhas, bibliotecas com acervos enormes gratuitos, centros públicos de inclusão digital para caçar informações. 

Não é a falta de informação e cultura que me preocupam, e sim a falta de interesse em buscá-las e sair da inércia…

 

 


Feliz dia do Orgulho Geek!

Maio 25, 2009

 

Hoje é o Geek Pride Day – Dia do Orgulho Geek (ou nerd), para aqueles não-geeks ou que não falam inglês. Nem há muito o que falar a respeito, o nome já diz tudo: hoje é o dia pra demonstrar todo o geekismo guardados em nossos HDs internos e orgulhar-se das nossas memórias de 4 Gb, placas de video e audio offboard e processadores Quad Core.
Parabéns aos geeks, seja qual for o nível. Orgulhem-se: antes ser nerd do que ser um total desmiolado…

 

Hoje é o Geek Pride Day – Dia do Orgulho Geek (ou nerd), para aqueles não-geeks ou que não falam inglês. Nem há muito o que falar a respeito, o nome já diz tudo: hoje é o dia pra demonstrar todo o geekismo guardados em nossos HDs internos e orgulhar-se das nossas memórias de 4 Gb, placas de video e audio offboard e processadores Quad Core.

Parabéns aos geeks, seja qual for o nível. E orgulhem-se: antes ser nerd do que ser um total desmiolado…


American Idol: feeling superou o agudo

Maio 21, 2009

Depois da semifinal eletrizante que o mundo assistiu da atual temporada do American Idol, veio o resultado – embora não tenha passado na TV aqui do Brasil ainda, óbvio. Todo aquele feeeling do Kris Allen falou mais alto na final e ele é o novo idol, incrivelmente deixando pra trás Adam Lambert. Devo confessar que eu torcia pros dois depois de ver Heartless e Cryin’ interpretadas por esses dois monstrinhos vocais. Mas um tinha que ganhar e Kris é mais do que bem-vindo. Aposto na carreira dos dois, fato.


Google says: Turn off your computer!

Maio 19, 2009

 

Ok, não exatamente o Google disse – mesmo porquê nem mesmo o gigante dos buscadores pode falar. A frase foi de seu CEO Eric Schmidt no discurso de formatura da Universidade da Pensilvânia – revelado pelo jornal gringo The Huffington Post. Quase poetizando, Schmidt disse: “Turn off your computer. You’re actually going to have to turn off your phone and discover all that is human around us”**
Então tá, fácil falar né, tio. Tenta ficar informado e trabalhar sem essa coisinha chamada tecnologia…
**”Desliguem seu computador. Está na hora de vocês desligarem o telefone e descobrir tudo o que é humano ao nosso redor”

 

Ok, não exatamente o Google disse – mesmo porquê nem mesmo o gigante dos buscadores pode falar. A frase foi de seu CEO Eric Schmidt no discurso de formatura da Universidade da Pensilvânia – revelado pelo jornal gringo The Huffington Post. Quase poetizando, Schmidt disse: “Turn off your computer. You’re actually going to have to turn off your phone and discover all that is human around us“**

Então tá, fácil falar né, tio. Tenta ficar informado e trabalhar sem essa coisinha chamada tecnologia…

**”Desliguem seu computador. Está na hora de vocês desligarem o telefone e descobrir tudo o que é humano ao nosso redor”


top 3 idols: liked it!

Maio 18, 2009

 

Ontem resolvi dar uma chance à TV e assistir a reprise do American Idol na Sony. O que vi me impressionou: três cantores realmente talentosos e, na minha opinião de musicista-há-12-anos (cof), cheios de potencial pra serem o que quiserem dentro da música. Adam Lambert cantando Cryin’ (do Aerosmith) foi de matar. O cara conseguiu arrancar notas mais agudas do que muita soprano por aí. O Randy até disse que ele é um rockstar. E Kris Allen, com Heartless (Kanye West) me deixou de boca aberta com a forma de tocar aquele violão. Ele fez miséria do ritmo e botou a versão original no chinelo. Isso sem contar com a You Are So Beautiful (Joe Cocker) interpretada por Danny Gokey, eliminado, e as outras três músicas apresentadas. De verdade, do fundo do meu coração, passei a admirar os novos Idols. Cheers!

 

Ontem resolvi dar uma chance à TV e assistir a reprise do American Idol na Sony. O que vi me impressionou: três cantores realmente talentosos e, na minha opinião de musicista-há-12-anos (cof), cheios de potencial pra serem o que quiserem dentro da música. Adam Lambert cantando Cryin’ (do Aerosmith) foi de matar. O cara conseguiu arrancar notas mais agudas do que muita soprano por aí. O Randy até disse que ele é um rockstar. E Kris Allen, com Heartless (Kanye West) me deixou de boca aberta com a forma de tocar aquele violão. Ele fez miséria do ritmo e botou a versão original no chinelo. Isso sem contar com a You Are So Beautiful (Joe Cocker) interpretada por Danny Gokey, eliminado, e as outras três músicas apresentadas. De verdade, do fundo do meu coração, passei a admirar os novos Idols. Cheers!


O buscador inteligente já está no ar

Maio 18, 2009

 

E o Wolfram Alpha foi lançado. O buscador tem uma proposta diferente do Google: ele responde perguntas em vez de trazer 
milhões de links para o assunto digitado. 
Eu sinceramente achei bastante confuso. Como ele responde as perguntas, não dando opções de páginas sobre o assunto, funciona 
mais como um dicionário. Não me deixou aprofundar no assunto – ou eu não fui mesmo com a carinha dele.
Whatever, vai ser difícil o Google não continuar sendo minha primeira opção quando pensar em pesquisar por algo na rede. Sou 
googleholic e ponto final. 
A imagem que diga – testar o Wolfram usando o Google Chrome foi meio sarcástico demais.

 

wolfram alphaE o Wolfram Alpha foi lançado. Eu estava bem curiosa.

O buscador tem uma proposta diferente do Google: ele responde perguntas em vez de trazer milhões de links para o assunto digitado. 

Eu sinceramente achei bastante confuso. Como ele responde as perguntas, não dando opções de páginas sobre o assunto, funciona mais como um dicionário. Não me deixou aprofundar no assunto – ou eu não fui mesmo com a carinha dele.

Whatever, vai ser difícil o Google não continuar sendo minha primeira opção quando pensar em pesquisar por algo na rede. Sou googleholic e ponto final. 

A imagem que diga – testar o Wolfram usando o Google Chrome foi meio sarcástico demais.