nos fones (a falta do que fazer)

Mötley Crüe, Rufio, The Donnas, Fito Paez, Papa Roach, Mineral, Alesana e Three Days Grace.
tommyÉ com o que tenho ocupado meus ouvidos esta semana. Desde um “me gusta abrir los ojos y estar vivo” do sr. Paez até um “girls  girls, dancin’ down the Sunset Strip” do batera mais carismático do rock mundial, Tommy Lee (Mötley Crüe). E assim minhas playlists vão mudando, dia a dia, semana a semana, mês em mês. Eu pensava que não fosse eclética mas, depois de pegar uma pilha de CDs em formato mp3 que tocam no carro e dar uma boa olhada, vi que tava enganada. Porra, eu ouço tudo!
Do hardrock ao hardcore, passando pelo emocore, metalcore e modern rock.

Dois breves parágrafos sobre duas bandas destas citadas que merecem atenção: Alesana e Mineral.

Alesana, grupo americano de post-HC, ocupa muitos MB do meu player. O som é o que eu posso alesanachamar de pesado (até porque muito mais pesado do que isso eu não curto) e os vocais são muito agudos-rasgados, com berros screamo por todo lado. Com essa banda que aprendi a berrar – mesmo que eu assuste todos à minha volta quando faço isso do nada. Me conquistaram de vez quando ouvi “Goodbye, goodnight, for good” – é quando eu grito “now i’ll fight with my eyes closed for everything I let go…“. Dica: quando eu começo a batucar muito e balançar os cabelos é porque estou ouvindo isso. Portando se ouvir um berro meu tentando dizer “blessed with the gift of gilded touch“, sou eu tentando cantar Ambrosia.
Fã. O dia que puder vou ver um show.

mineralMineral. Infelizmente a vida foi curta. De 1994 a 1998, uma das poucas bandas true emo que existiram – e também ocupa muitas pastas do meu mp4. Totalmente independentes – e emos – numa cena que virava pro hardrock na época, depois do grunge estourar. Faziam shows vicerais e completamente espontâneos – pra não citar o emotivo. Christopher Simpson cantava e berrava coisas do tipo “cause i just want to be something more than the mud in your eyes, I want to be the clay in your hands cause gloria is silent!” Sem dúvida, sem eles bandas como Sunny Day Real State, Jimmy Eat World, Silverstein, Fugazzi (todas muito boas) e até as mais atuais e populares como The Used, AFI, Dashboard Confessional e mais uma porrada de outras (incluindo Fresno, Nx Zero e esse monte de bandas nacionais parecidas entre si) não existiriam. Pra quem não sabe do que estou falando, recomendo conhecer.

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~ por Isadora Muller em novembro 14, 2008.

Uma resposta to “nos fones (a falta do que fazer)”

  1. […] verdade seja dita: morte aos desinformados! Onde diabos está Mineral na listagem? Se isso não é emo, meu nome é pafúncia, tenho 69 anos e cabelos […]

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