[mantendo-me ocupada:] projeto TCC

coffeeAlguns enlouquecem quando chega a hora de fazer o maldito TCC na faculdade. Eu ando chamando ele de bendito e to pirando de vontade de cair de cabeça nele. O meu tema: Jornalismo na Web 2.0: a ordem é a interatividade – e outras coisinhas mais. Segue aqui um resumo nada acadêmico – já que o acadêmico foi para o meu professor de projeto.

jornalismoCada vez mais o jornalismo é visto na internet na forma interativa, andando junto com o segmento de web 2.0. Um site traz notícias ao seu usuário dando a ele a possibilidade de interação e o imediatismo, levando o jornalismo cada vez mais presente e se adaptando a novas ferramentas tecnológicas. E até aqui todo mundo que é ligado em comunicação e já fez uma cadeira chamada Jornalismo Online – que fez meus neurônios pirarem com a possibilidade de interação – sabe muito bem.

Enquanto alguns já falam em web 3.0 ou semântica, alguns veículos ou ferramentas ainda tentam se encaixar na plataforma atual de interação web: 2.0. O momento é da interatividade. O jornalismo e a comunicação, como um todo, se encaixam nisso. Como adaptar o conteúdo da mídia tradicional ao conteúdo interativo na rede é um desafio ao comunicador. Há centenas de ferramentas disponíveis na web para a interação e pesquisa com o usuário e cabe ao comunicador saber usá-las. E isso, se perguntarmos para um adolescente de 15 anos, ele irá responder que sim, sabe usar blog, tem Twitter, Fotolog, Orkut e Facebook.

Buscando embasamento em autores e profissionais da área como Marchall McLuhan, Luciene Tófoli, Francisco Karam, Conrado Adolpho Vaz, Bradley L. Jones, Ricardo Cavallini, Cristóbal Cobo Romani, Steven Johnson e Tim O’Reilly, a pesquisa deve ir mais além: discutir a “web de todos”, a credibilidade e a ética dos portais virtuais e blogs, a necessidade destas ferramentas serem usadas por comunicadores, que devem entender que a ideia não é “reciclar” o conteúdo da mídia tradicional e jogá-la na rede. A web atual trata de interação e imediatismo, não plataformas sem adaptação e nada maleáveis.   

matrixProcurar entender como o newsmaking se aplica nesta forma de comunicação também faz parte da pesquisa. Como seria uma notícia inédita nesta plataforma, como ela chega, ele é copiada de outros portais gerando mimetismo midiático? A resposta deve ser conseguida através da análise comparativa dos portais Terra e G1, já reformulados para adaptarem-se a nova tendência de interação.

ggekinsideAlém do jornalismo, a busca incansável pela compreensão do universo “geek” também é alvo deste projeto. A interatividade, o imediatismo, o marketing digital, a utilização de ferramentas de comunicação por não-comunicadores e as tendências de informação na web precisam ser entendidas por qualquer comunicador que pretenda sobreviver aos próximos anos na profissão. E rumo à Semântica – sem fazer especulações malucas e bizarras.

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~ por Isadora Muller em abril 23, 2009.

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